Minhocas

Não sei se eu estava dirigindo e vi a imagem de um uróboro (ou ainda ouroboros), q é uma serpente q morde a própria cauda. Aí veio a ideia de substituir a serpente por uma minhoca. E eis o resultado.

Minhoca uróbora

PS: Achei mais interessante não corrigir o texto. Hoje, 11 de dezembro (um dia após ter escrito este post), dirigindo para o trabalho, eis q revejo a inspiração para o cartum. A foto está péssima, pois eu tive q aproveitar um engarrafamento e rapidamente fazer o registro fotográfico 😛

uroboro

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Minhocas

Enquanto isso em Tinderland…

Dezembro já começou e quero ver se faço alguns cartuns com temática de fim de ano. Pelo menos um cartão de Boas Festas. Enquanto isso, segue um cartum que resolvi tirar da gaveta e foi produzido em junho, no contexto de Dia dos Namorados.

Sorry by the late.

Enquanto isso em Tinderland...

Enquanto isso em Tinderland…

Inspire…-se

Este post é meio uma continuação de outro em que falei sobre a “origem da inspiração”. Dia desses estava dirigindo e vi uma cena que me chamou a atenção: um casal empurrava um carrinho de bebê com o filho dentro e, logo atrás, uma outra pessoa empurrava uma cadeira de rodas com um idoso, provavelmente o pai de um dos componentes do casal. Eu queria ter fotografado e embora estivesse parado no sinal, não daria tempo para sacar o celular e registrar o momento. Mas ficou na memória. É o tipo de situação que convida a reflexões das mais diversas. Resolvi transformar em desenho, mas colocando a minha interpretação. Os eventos em si funcionam como “pontos de partida”. É como em algumas aulas de modelo-vivo: você até pode querer retratar o modelo ipsis litteris, mas um dos caminhos é aproveitar o modelo como uma provocação, um start, um motivo para algo seu.

Hoje eu sou você amanhã

Tome algo ao seu redor e dê o seu toque pessoal: ficadica!

Inspire…-se

De onde vem a inspiração

Dia desses estava pesquisando sobre jogos para um outro trabalho e vi q o assunto podia virar tirinha.

Acredito q uma ideia pode vir de qualquer lugar. Tudo vai depender de um pouco de treino no começo, mas depois q vc encontra o jeito, é possível criar a partir de qualquer coisa. Não quer dizer q tudo será uma grande ideia, mas a prática acaba levando ao hábito e ficamos mais atentos ao q nos cerca.

Não cheguei ao resultado do pesquisa, mas pelo menos já me diverti!Jogos

De onde vem a inspiração

Antes que novembro acabe

Estou bem relapso em relação à manutenção do blog. Mais envolvido com o instagram, acabei deixando de lado este espaço aqui.

Novembro foi um mês e tanto. Bom… talvez nem tanto. Para a minha produção, acredito q foi e resolvi aproveitar duas datas do nosso calendário e fazer algo diferente, ainda meio envolvido pela energia q movimentou (e vem movimentando) nosso país desde as eleições realizadas em outubro deste ano. No dia 15 é celebrada a proclamação da República do Brasil e o dia 19 é o dia da bandeira nacional. Influenciado por estas datas, acabei criando duas “peças” com convites à reflexão, utilizando nossa bandeira como ponto de partida (ou provocação).

Qual teu norte, Brasil? é uma experiência “simples”, envolvendo um pouco de programação, mas com um grande questionamento. Utilizei o losango da nossa bandeira como o ponteiro de uma bússola para fazer uma pergunta quanto aos nossos rumos.

bussola
Qual teu norte, Brasil? Bandeira vira bússola e nos pergunta para onde apontam nossos rumos.

Quantas cores cabem numa mesma bandeira? também aproveita nosso símbolo nacional, mas aqui a mensagem está ligada às diferenças e às inúmeras combinações possíveis escolhendo 3 cores para colorir o retângulo, o losango e o círculo q compõem a bandeira do Brasil.

bandeira
Quantas cores cabem numa mesma bandeira? Três cores são escolhidas ao acaso para preencher as figuras geométricas presentes na bandeira do Brasil.

Este projeto ainda me motivou a criar uma coleção de produtos e disponibilizar na minha loja virtual no Colab55. Confiram!

Antes que novembro acabe

Leonardo, sempre Leonardo

Não faz muito tempo (ou faz) comprei um livro sobre a história de Leonardo da Vinci. Muito já se falou sobre ele e acredito q ainda muito será dito, pois Leonardo foi especial em vários sentidos. Para mim ele é referência, inspiração, frustração, inveja, exemplo. Mas ele foi um ser humano. Quanto mais admiramos uma pessoa, maior o risco de idolatrar e esquecer q todos nós q passamos pela Terra somos cheios de qualidades e possibilidades, mas não somos perfeitos.

Conhecer a humanidade de Leonardo alivia o fardo da comparação q não leva a lugar nenhum, uma vez q todos nós somos únicos e especiais por isso mesmo.

Vou lentamente avançando nas mais de 550 páginas (excetuando notas e referências). O capítulo q me chamou a atenção para escrever este post foi um chamado Matemática. Neste ponto está a humanidade de Leonardo e a pluralidade dessa disciplina. Leonardo era “ruim” de contas e de equações, ou seja, em matéria de aritmética e álgebra ele não se destacou. Mas se deu bem na geometria, o q talvez até fosse de se esperar, uma vez q a inteligência espacial de Leonardo foi algo espetacular.

Obcecado por qq assunto q lhe interessasse, Leonardo rabiscou muito acerca de problemas clássicos sobre Matemática, como a famosa “quadratura do círculo”. Existe uma história sobre uma praga q assolou a cidade de Delos no século V a.C. Após consultar o oráculo de Delfos, a praga desapareceria qdo o altar dedicado ao deus Apolo, q tinha o formato de um cubo, tivesse seu volume dobrado. Rapidamente os cidadãos dobraram a medida dos lados e o resultado foi um desastre, pois o volume aumentou em oito vezes. A solução seria multiplicar cada lado pela raiz cúbica de 2.

Este problema, q hoje se resolve em qualquer aula de matemática q verse sobre volumes dos sólidos, tem sua solução na manipulação algébrica. Leonardo tentou resolver a questão usando geometria e aí vem a minha opinião: realmente ele conseguiu dobrar o volume do cubo, mas a figura resultante não era um cubo, e sim um prisma de base quadrada. Quem quiser se aventurar, a descrição da solução adotada por ele está nas páginas 235 e 236 do livro de Isaacson. Anos mais tarde vieram provar q seria impossível resolver a questão usando régua e compasso, instrumentos muito usados na geometria. Eu tentei. Risquei, rabisquei, montei até um protótipo de cubo para poder seccionar, mas me dei por vencido.

Felizmente essa passagem do livro me “consumiu” por um dia inteiro e tive a inspiração para fazer uma pequena história sobe a “dobradura de um quadrado” (q tb está explicada no mesmo livro e funciona!).

O resultado segue abaixo. Divirtam-se!

A pizza quadrada

Leonardo, sempre Leonardo

Se 3 ou 4, não sei

Hoje, 4 de outubro, é comemorado o dia de São Francisco de Assis.

Para não incorrer em erros (graves?), procurei ver as datas de nascimento e morte de Giovanni di Pietro di Bernardone, nome verdadeiro de Francisco. As fontes que consultei divergem em questão de dias em relação a essas datas. Para o nascimento, 3 e 5 de julho de 1182. Para o falecimento, 3 e 4 de outubro de 1226.

De qualquer forma, Francisco de Assis sempre foi uma personalidade q me despertou carinho e interesse. Para não deixar a(s) data(s) em branco, fiz uma composição utilizando um trecho de uma música do Padre Zezinho, também muito conhecida.

franciscoEssa e outras no PalavraFigurada.

Se 3 ou 4, não sei