Pra que simplificar se a gente pode complicar

A frase foi empregada de propósito. Simplificar deveria ser sempre a única coisa a fazer, mas estamos aprendendo e o processo de aprendizagem é recheado de tentativas e erros.

Para a série B-língue, eu estava criando “dípticos”, usando uma palavra para ilustrar cada cartaz. Pensei se não poderia juntar as duas palavras numa imagem só…

Os estudos abaixo são uma tentativa de ver se este caminho pode ser mais interessante. Mas, como não poderia deixar de ser, insatisfeito com um resultado, acabei fazendo dois arranjos: em um, a leitura das duas palavras é mais fácil, mas no outro as intersecções das formas geraram efeitos legais, mas comprometeram um pouco a leitura de uma das palavras…

Fiz ainda uma última experiência envolvendo as mesmas palavras arara e macaw, investigando um pouco a simetria q existe nas letras q compõem as palavras. Arara pode ser lida no sentido da nossa leitura como tb de trás pra frente. Quando este “fenômeno” acontece, temos um palíndromo. Na palavra macaw, as letras M e W são simétricas no sentido transversal. Certas famílias tipográficas trazem a letra “a” (em caixa baixa) como sendo um círculo e um segmento de reta tangente a ele. Algumas fontes q assim representam a primeira letra do alfabeto são a Avant Gard, a Century Gothic, a Futura…

Misturei tudo isso e o resultado está aí abaixo, desta vez ignorando o significado das palavras, mas brincando um pouco com as letras q formam os verbetes.

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Pra que simplificar se a gente pode complicar