Tan…tan…tan…tan…tantantantantan…

Eu sei q o nome original é Jaws. Cresci com essa palavra associada ao “bicho”. Mas só há pouco tempo (na verdade hoje pela manhã), eu notei q a palavra está no plural e o “bicho” é um só. Jaw significa mandíbula. Logo, jaws quer dizer mandíbula”s”.

Tudo fez sentido!

Ainda hoje tb lembrei q  já havia feito umas manchas em homenagem a um dos cartazes de filme mais emblemáticos de cinema. Tubarões são figuras muito interessantes. Um estudo feito sobre shapes aponta o triângulo como uma forma associada ao perigo. Basta lembrar as cobras: as venenosas possuem cabeça triangular. Os tubarões não fogem à regra. Este conceito foi levado para o character design tb. Quer fazer um bom vilão malvadão? Capriche nos triângulos, nas pontas… Pegue o Scar ou o Jafar, por exemplo.

À noite desencavei um link para assistir ao clássico de 1975, realizado por Steven Spielberg e baseado em romance homônimo de Peter Benchley (tb li o livro, q é muito bom). O filme traz aí o Roy Scheider e o Richard Dreyfuss novinhos! Voltei às minhas “manchas”, mas resolvi usar o nome do animal em inglês, shark. Além da palavra ser simétrica em relação ao “a”, se usarmos esta letra em maiúsculas, tb teremos um triângulo.

Pra mim, fez todo sentido!

Eu sei q jaws tb têm “a”, mas… não é simétrico! #implicante!

Tan…tan…tan…tan…tantantantantan…

Grafitis…

… ou coisas q têm me dado prazer ultimamente.

O lápis grafite tem me acompanhado há um bom tempo, mas só agora ele começa a ganhar a “posição” de trabalho finalizado, não apenas a de estudo, sketch. Em meio ao meu já não tão novo trabalho como programador visual, o desenho vem ocupando outro espaço, com um timing bem diferente, o q permite me lançar em meios q precisam de tempo e paciência…

Grafitis…

Feriados, pastéis e Bombril

Na semana passada, de 19 a 25 de abril (se vc considerar q a semana começa no domingo e termina no sábado), tivemos o feriado de Tiradentes na terça-feira (q morreu na forca em 21 de abril de 1792), o q resultou em um “enforcamento” da segunda-feira e o “fim de semana” teve 4 dias. Retirando o sarcasmo do comentário, foi um tempo bom para estudar. Quando eu era criança, conheci uma técnica de gravura q me acompanha até os dias de hoje, com algumas adaptações minhas: tome uma folha ou um pedaço de papel (de preferência na cor branca e com uma gramatura superior ao “papel ofício”); aplique uma camada vigorosa de giz de cera sobre um dos lados do papel, preenchendo uniformemente a superfície; depois, cubra (usando um pincel) este mesmo lado do papel com tinta nanquim preta. No começo vc vai perceber q a tinta não “adere”, mas a cada pincelada, a tinta vai “vencendo a resistência” da cera e cobrirá o papel. Algum tempo depois, o nanquim seca e temos uma “matriz” sobre a qual podemos riscar levemente (usando uma “ponta seca”, como um estilete ou um prego, por exemplo), retirando o nanquim e revelando a cor do giz de cera utilizado. Fiz bastante coisa usando essa técnica e qdo estive na faculdade de desenho industrial, na UNEB, o NDesign realizado em Salvador teve seu material gráfico gerado a partir de ilustrações q empregaram esta técnica com maestria pelo amigo Sandro Limaverde. Dentre algumas experiências q fiz na técnica, troquei o giz de cera por pastel oleoso e usei tinta guache preta no lugar do nanquim. Outra coisa foi usar palha de aço (o conhecido Bombril!) como “riscador” e obter uma textura diferente. Também preservei algumas áreas sem aplicar a tinta nanquim e usei um papel melhor para os estudos.

De uma técnica “escolar”, é possível tirar resultados bastante interessantes, além de sentir “cheiro de infância”, uma vez q o pastel oleoso q usei tem o mesmo cheiro de giz de cera!

Feriados, pastéis e Bombril