1.2 Escolhendo um editor para programar

Depois de decidir qual linguagem estudar, um passo importante é escolher um “ambiente” para programar, isto é, um editor de código.

Quando comecei a estudar Processing, o editor q utilizei era nativo da linguagem: bastava fazer o download (q pode ser feito aqui, se vc se interessar) e começar a escrever na interface oferecida. Para ver o resultado da programação, um botão de Play exibe o código em ação.

Quando comecei a estudar HTML e CSS, conheci alguns editores de código. O Sublime Text foi o primeiro e a opção sugerida por um curso rápido q fiz e gostei do programa. Mais tarde, tomei conhecimento de outros. O último foi o Visual Studio Code. Sempre experimentava a sugestão dos instrutores dos cursos q fazia, mas o fato é q até hoje o Sublime atende às minhas necessidades. Até porque eu conseguia programar em Processing a partir de alguns complementos q podem ser instalados manualmente e sair do editor nativo. Mas minha dica seria: se vc já usa algum editor e se dá bem com ele, continue usando. Caso contrário, experimente um dos citados acima.

Quando passei a programar em P5, o fato de já usar um editor de código profissional ajudou, pois o P5 é uma biblioteca de Javascript, e esses editores reconhecem o Javascript naturalmente. A diferença é q para rodar um programa escrito em P5 são necessárias 4 coisas:

  • o arquivo da biblioteca P5;
  • o arquivo de extensão JS contendo as linhas de código;
  • um arquivo HTML q “chama” os dois arquivos anteriores;
  • um navegador de internet para carregar o arquivo HTML.

Quem já tem alguma noção de linguagens para web sabe q um arquivo HTML pode conter linhas q carregam arquivos externos, como folhas de estilo (CSS) ou scripts (JS).

Entretanto (como tudo evolui), atualmente utilizo o editor online do P5. Além de não precisar instalar nada, o editor é “inteligente”, pois sinaliza erros de sintaxe ou de digitação. E ainda é possível salvar os arquivos, fazer upload de aquivos externos (como fontes e imagens) e fazer o download dos arquivos criados para serem trabalhados em um editor “offline”, como os citados anteriormente.

Se vc quer começar a programar em P5, use o editor online. Até porque será nele q vou trabalhar as próximas postagens. Vá até o site do editor, crie um perfil para poder salvar arquivos e experimente a interface, q é bastante simples.

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Interface do P5 Web Editor

Pra terminar, uma última dica: o OpenProcessing. Trata-se de uma plataforma para escrita e hospedagem de códigos, dentre outras coisas. Nele é possível editar programas próprios e de outros autores, além  de divulgar seu trabalho de forma mais visual e atraente. Se no editor do P5 eu escrevo meus programas, é no meu perfil do OpenProcessing onde divulgo meus estudos.

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Minha página no OpenProcessing, onde hospedo meus estudos

No próximo post vamos começar a programar de fato. Até lá!

1.2 Escolhendo um editor para programar

14 de março

Hoje é o Dia de Pi. Na língua inglesa faz mais sentido, pois inverte-se a ordem do dia e do mês, isto é, fica 3/14, os três primeiros dígitos do número mais conhecido da matemática. Até quem não gosta da matéria sabe da existência dele. Não vou me aprofundar na matéria, pois exigiria um post longo. Pra data não ficar em branco, fiz aí a minha homenagem, uma animação usando P5 e os primeiros 700 algarismos do infinito homenageado. Cada linha possui os algarismos em sequência. Eles vão alterando. Ficou bacana (eu acho rs). Para ver animado, clique sobre a imagem abaixo. A animação e o código estão hospedados na minha conta no OpenProcessing.

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14 de março