Vou na fé

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Think less, thank more

Este post vai em duas partes.

I – Preparando o ambiente

Gosto de fazer relações, jogos visuais, investigar o efeito q pequenas mudanças podem causar num contexto, numa palavra, numa situação…

Mesmo adorando o meu idioma, sempre tive atração pela língua inglesa. Mais uma vez a figura do meu pai – q eu citei num post anterior qdo ele me ensinou a ler as horas – foi fundamental ao me apontar o estudo do inglês como importante para minha vida. Quando criança e adolescente, os cursos de idioma eram caríssimos e sabia q meu pai não poderia bancar isso pra mim. Todavia a alternativa foi partir para algo mais autodidata e ele me comprova aquele Curso de Idiomas Globo, com suas fitas cassete e fascículos semanais. Então eu pegava o aparelho de som da minha mãe, colocava a fita, os fones de ouvido e entrava no mundo dos Lovat, uma família britânica dona de uma perfumaria artesanal caseira. O idioma era apresentado tendo eles como pano de fundo. Eu adorava, pois era bem ilustrado, havia canções e o fato de ser contada uma história estimulava a sempre querer saber o q iria acontecer depois. E ainda tinha uma página de quadrinhos no final!

Não cheguei a completar o curso… Ser autodidata exige muito e o curso, além de extenso, tinha o problema da conversação: eu basicamente ouvia, lia e escrevia, não falava. Muitos anos mais tarde, baixei todos os áudios (hj TUDO muito mais fácil graças à Internet) e ficava ouvindo no carro a caminho do trabalho. Mais uma vez, disciplina fraca, o estudo ficou pelo caminho… Quanto mais velho, mais difícil quebrar vícios, aprender novos hábitos.

Tenho uma compreensão bem mediana do idioma. Cansei de fazer cursos, pois ainda são caros e a imersão não é das maiores. Fico me dando a “desculpa” q, agora, só indo morar ou passar um bom tempo fora para ter um “tratamento de choque” com o idioma…

Mas voltando ao “jogo das relações”, se eu gosto de brincar com a língua portuguesa, também gosto de fazer o mesmo exercício usando o inglês e me surpreendo com algumas associações bem felizes.

Na segunda parte do post, vamos ver o q uma única letra dentro de uma palavra pode mudar tudo e, além de um jogo visual, ainda serve como ensinamento para toda a vida.

II – Think less, thank more

Pense menos, agradeça mais.
Simples assim. Eu disse q é simples… não q é fácil… pelo menos pra mim.

Aqui valeria um post inteiro sobre o assunto, mas este já está bem extenso e vou entrar em divagações. Tentarei sintetizar: o ser humano pensa muito. E boa parte desses pensamentos é uma grande armadilha para uma vida plena.

Já adianto, não é porque conheço isso, q sei isso. Para mim é um exercício, não um hábito ainda.

Do ponto de vista da forma, a troca do “i” pelo “a” causa um impacto tremendo no conteúdo, no significado. Isso me faz acreditar q pequenas mudanças podem nos levar a grandes resultados. Mais q apenas uma brincadeira visual, a “feliz coincidência” da troca de uma letra pode apontar uma troca também de atitude, de postura, cujo resultado é um caminho mais feliz.

Se tivermos q nos preencher com alguma coisa, q seja com mais louvor, mais agradecimento e menos queixas, menos pedidos, menos pensamentos…

Essa frase tem me acompanhado bastante nos últimos tempos e eu precisava colocar pra fora de alguma forma. Daí parti para fazer um cartaz.

A mistura das imagens pode causar estranheza, a leitura das palavras pode até ficar confusa, mas talvez isso não diminua a força do ensinamento.

Think less, thank more