1/2 marguerita, 1/2 portuguesa

Gosto de papel e lápis. Até pq eu cresci com isso, só havia isso. Fui ter contato com o digital voltado para o trabalho de desenho/ilustração já “macaco velho”. E mesmo assim foi um caminho lento e ainda cheio de adaptações. Para usar “tablet” (e me desculpem os mais novos porque o q hj é conhecido como mesa digitalizadora, há pouco tempo atrás se chamava tablet) eu levei um bom tempo e nunca consegui desenhar olhando pra tela e rabiscando sem olhar para o suporte. A área do cérebro q faria isso não se desenvolveu. Felizmente evoluímos, conheci a Cintiq e comprei uma tempos depois. Foi uma revolução na minha produção. E mais recentemente, investi um bom dinheiro para comprar um I-Pad Pro e o Procreate.

Quem conhece meu trabalho sabe q nunca fui um daqueles virtuoses da arte digital. Meu “phtotoshop” é mediano; trabalho mais com vetor e nem assim é algo assombroso. Ganho na quantidade, na perseverança e no cansaço.

Sempre tem nanquim, papel, guache, lápis, perto de mim. Sempre visito esses meios e não seria eu se não o fizesse. O desenho a seguir é uma prova desse casamento entre o tradicional e o digital: parte feito em papel e nanquim usando uma técnica de arte-final q divulguei aqui e parte da colorização (bem trivial) feita no Procreate.

O resultado eu publico depois pois ele é meio “surpresa”. Tentei subir um timelapse gerado pelo próprio Procreate, mas minha conta no WP não me dá direito a subir vídeos. Sorry.

Quem quiser ver, basta procurar meu perfil no instagram.

E por hoje é só, pessoal!

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1/2 marguerita, 1/2 portuguesa

Procreate

To procreate – procriar

Crescei e multiplicai-vos – Gn 1:28

Procreate é o nome de um software gráfico muito utilizado por quem possui I-Pad. Como faço parte deste grupo, desde q vi o programa pela primeira vez eu quis usá-lo. Na internet vamos encontrar uma variedade muito grande de trabalhos desenvolvidos usando o programa. Trabalhos de cair o queixo. Não é o meu caso, leitor, sinto muito.

Gostei do programa (q dialoga com outros como o Photoshop pelo uso de camadas, brushes diversos, efeitos), mas eu confesso q uso cerca de 3 a 5% do q a ferramenta pode oferecer. Por ora me satisfaz, vou devagar “porque já tive pressa” e hoje “só levo a certeza/ de que muito pouco sei/ ou nada sei”.

Uma das coisas de q mais gostei foram os brushes q simulam lápis e caneta, bem como um outro chamado stucco. A maneira de preencher formas é bastante prática tb.

Carros Aves

Agora só me resta fazer o que o versículo pede: crescer e multiplicar. E tomar cuidado para não transformar to proceate em to procrastinate.

Procreate

Investindo em si mesmo

Sim, eu comprei um. Relutei um pouco, adiei ao máximo, mas no final eu sucumbi e “fiz o que deveria fazer”.

Já há algum tempo eu via as possibilidades ou o que muita gente estava fazendo com um I-Pad Pro e o tal Apple Pencil. A gente sabe que a ferramenta pode até importar, mas o mais importante é quem a manuseia. Estou longe de ser um virtuose no desenho, ilustração ou pintura. O tempo vai passando e mais e mais vou-me distanciando das tendências atuais e procurando amadurecer algo meu. O risco é grande, mas no meu caso é meio que inevitável. Tem uma galera muito boa surgindo. Gente muito mais nova com mais pique, conhecimento e mais energia para gastar. A concorrência é grande e eu estou entrando em outro ciclo, outa fase.

Venho tomando cacetadas para usar o novo “device”, mas é só me lembrar o quanto foi um parto migrar do CorelDRAW para o Illustrator, ou começar a usar a Cintiq, que ainda me acompanha e ainda é o carro chefe quando quero desenhar digitalmente. Mas resolvi que precisava de um update. A superfície do tablet é ainda estranha, a mão treme, não acompanha o que eu quero, mas tudo é processo. Durante meu recesso de fim de ano, usei pouco o digital e risquei mais no caderno, que é meu companheiro de todas as horas.

Mas o ano começou e é preciso se atualizar. Na verdade a compra foi feita durante a Black Friday do ano passado, no esforço de aproveitar preços mais competitivos, mas não tem jeito: morando no país em que vivo, não vivendo de arte, e tendo um mundo de outras “contas para pagar”, uma decisão como esta deve ser tomada com muita cautela. por mais que seja um investimento, infelizmente ainda entra na lista de luxo. A última grande compra de hardware que fiz foi um I-Mac (e isto faz bastante tempo já).

Já era hora de empenhar um rim para continuar a caminhada. Afinal de contas, quem precisa de 2 se posso viver perfeitamente com apenas um? rs

ipad_3

 

Investindo em si mesmo